Call me K9.

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Band - UOL

In Brazil, although the use of marijuana (and any other type of drug considered illegal by the government, being prohibited by law throughout the country) is prohibited, this is one of the most popular choices for its users here. Enforcement on a large scale is not high and even if there is an effort by the authorities to increase their efforts to try to end commercialization (and even common use, called “recreational”), nothing changes.

Within this context (which, by the way, makes a lot of money for traffickers in their different levels of influence), today there are synthetic marijuana. The term is not exactly new, but here in Brazil, these “scientific developments” are still unknown by many users and by those who try to prevent their use. Surfing this wave of novelties, a “mutation” of synthetic marijuana arrived on the Brazilian market. A financial market that is far more profitable.

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Police1

Named K9, this type of synthetic and extremely powerful marijuana, reaching an impact 100 times more potent than traditional marijuana in all its natural potency. Known for having a “zombie effect” on those around it, it is spreading at a certain speed across the country, starting with the largest capital in the country through its commercialization taking place in prisons (because it is easy to transport in the opinion of those who practice this crime).

The most common symptoms in those who use this type of drug excessively are: anxiety, agitation, nausea, vomiting, high blood pressure, seizures, hallucinations, panic, inability to communicate, paranoia, in addition to causing the user to act violently. These users often cannot be easily contained, and almost always end up causing a lot of inconvenience not only to themselves, but also to everyone around them.

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Blasting News

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Infobae

In 2022 alone, still in the final period of the pandemic, the profit of this market (only in the state of São Paulo), was just over R$ 1.000.000,00 (per month) for criminal organizations. According to doctors, the greatest danger of this new version strongly affects the most vulnerable part of the population: young people who are still in the growth phase, who generally do not deal very well with these synthetic variations. The vicious cycle doesn't stop, and how long it will continue is anyone's guess.


Llámame K9.

En Brasil, aunque el uso de marihuana (y cualquier otro tipo de droga considerada ilegal por el gobierno, estando prohibida por ley en todo el país) está prohibido, esta es una de las opciones más populares para sus usuarios aquí. La aplicación a gran escala no es alta e incluso si hay un esfuerzo por parte de las autoridades para aumentar sus esfuerzos para tratar de terminar con la comercialización (e incluso el uso común, llamado “recreativo”), nada cambia.

Dentro de este contexto (que, por cierto, genera mucho dinero para los traficantes en sus diferentes niveles de influencia), hoy existe la marihuana sintética. El término no es precisamente nuevo, pero aquí en Brasil, estos “desarrollos científicos” aún son desconocidos por muchos usuarios y por quienes intentan impedir su uso. Surfeando esta ola de novedades, llegó al mercado brasileño una “mutación” de la marihuana sintética. Un mercado financiero mucho más rentable.

Denominada K9, este tipo de marihuana sintética y extremadamente potente, alcanza un impacto 100 veces más potente que la marihuana tradicional en toda su potencia natural. Conocido por tener un “efecto zombi” en quienes lo rodean, se está extendiendo a cierta velocidad por todo el país, comenzando por la capital más grande del país hasta su comercialización en las cárceles (porque es fácil de transportar en opinión de los que practican este delito).

Los síntomas más comunes en quienes consumen este tipo de drogas en exceso son: ansiedad, agitación, náuseas, vómitos, hipertensión arterial, convulsiones, alucinaciones, pánico, incapacidad para comunicarse, paranoia, además de provocar que el usuario actúe con violencia. Estos usuarios a menudo no se pueden contener fácilmente y casi siempre terminan causando muchos inconvenientes no solo a ellos mismos, sino también a todos los que los rodean.

Solo en 2022, aún en el período final de la pandemia, la ganancia de este mercado (solo en el estado de São Paulo), fue de poco más de R$ 1.000.000,00 (por mes) para organizaciones criminales. Según los médicos, el mayor peligro de esta nueva versión afecta fuertemente a la parte más vulnerable de la población: los jóvenes que todavía están en la fase de crecimiento, que generalmente no se llevan muy bien con estas variaciones sintéticas. El círculo vicioso no se detiene, y nadie sabe cuánto tiempo continuará.


Me chame de K9.

No Brasil, apesar do uso da maconha (e de qualquer outro tipo de droga considerada como ilícita pelo governos, sendo proibida por força da lei em todo o território) ser proibido, esse é uma das escolhas mais populares pelos seus usuários por aqui. A fiscalização em larga escala não é alta e mesmo que haja um esforço das autoridades em aumentar seus esforços para tentar acabar com a comercialização (e até mesmo uso comum, chamado de “recreativo”), nada muda.

Dentro desse contexto (que aliás, rende muito dinheiro para os traficantes em seus diversos níveis de influência), hoje já existem as maconhas sintéticas. O termo não é exatamente novo, mas aqui no Brasil, essas “evoluções científicas” ainda são desconhecidas por muitos usuários e por quem tenta impedir o seu uso. Surfando dessa onda de novidades, chegou no mercado brasileiro uma “mutação” da maconha sintética. Um mercado financeiro que é bem mais lucrativo.

Batizada de K9, esse tipo de maconha sintética e extremamente poderosa, chegando a ter um impacto 100 vezes mais potente do que a maconha tradicional em toda à sua potência natural. Conhecida por ter um “efeito zumbi” em quem à sua, ela está de espalhando com uma certa velocidade pelo país, começando pela maior capital do pais através das suas comercializações acontecendo em presídios (porque é de fácil transporte na opinião de quem pratica esse crime).

Os sintomas mais comuns em quem usa esse tipo de droga em demasia são: ansiedade, agitação, náuseas, vômitos, hipertensão arterial, convulsões, alucinações, pânico, incapacidade de comunicação, paranoia, além de levar o usuário a agir com violência. Muitas vezes, esses usuários não conseguem ser facilmente contidos, e quase sempre acabam causando muitos transtornos não apenas para eles mesmos, mas também para todos aqueles que estão ao seu redor.

Apenas no ano de 2022, ainda no período final da pandemia, o lucro desse mercado (apenas no estado de São Paulo), foi de pouco mais de **R$ 1.000.000,00 (por mês) para as organizações criminosas. Segundo os médicos, o maior perigo dessa nova versão afeta com força a parte mais vulnerável da população: os jovens que ainda estão em fase de crescimento, que geralmente não lidam muito bem com essa variações sintéticas. O ciclo vicioso não par, e até quando isso vai continuar, ninguém sabe.



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O atraso do Brasil nesse assunto é impressionante. A forma como a maconha é demonizada não só pela justiça, mas principalmente por boa parte da midia, só pode ser mal intenção (dos mais conservadores) ou muita falta de informação.
A maconha sintética ja existe a muito tempo, e os efeitos dela sozinha não transformam ninguem em zumbi. O problema é que outras drogas pesadas são misturadas pelos traficantes, como opióides, crack, e ultimamente a pior de todas, o fentanil. No fim quem leva a culpa é a maconha, que vira a estrela dos titulos das reportagens, quando o problema não é ela.
Exitem também as reportagens falando sobre a maconha geneticamente modificada (skank), essas são de morrer de rir, por que faz parecer que é algo sofisticado, feito em laboratorio. Mas na verdade é só um cultivador, cruzando espécies via polinização, tentando encontrar não só a melhor "onda" (que nao precisa ser a mais forte), mas também o melhor cheiro, sabor, etc... E por mais que ele consiga a mais forte de todas, nunca vai ser nada perigoso. Aqui, que é legalizado, não existe nenhum problema fazer isso.
Se a maconha fosse legalizada, como vem sendo em muitos países de primeiro mundo, seria muito mais fácil separar o joio do trigo.

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we can thank the war on drugs for these synthetics that are destroying, and taking more lives then the classicals.

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The reason it’s largely still illegal is because of its competing nature to the synthetic poisons of the pharmacy companies and their need to have people take their crap instead of something healthier and more natural.

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